Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Chegou aquela época delícia do ano, onde os melhores e mais lindos tatuados e tatuadas tem a chance de exibir sua arte na pele.

É mais uma edição do #TATTOODAY chegando com tudo e botando pra quebrar! Para quem não sabe o que é, assim como existe o #lingerieday (o original, mais famoso e conceituado), #burcaday e #toalhaday e muitos outros – o #TATTOODAY é um dia onde todas as pessoas trocam seus avatares do Twitter por uma foto com sua Tatuagem.

Sim, é só isso para participar!

E vale tudo! Não tem tatuagem? Pinte, risque, rabisque: vale henna, caneta bic, batom, montagem…Use a criatividade.

Vale ser sexy (A-DO-RA-MOS!), engraçado, criativo, estranho, louco…o importante é participar!

Além de toda a diversão, quem participa do #tattooday concorre a prêmios, desde tatuagens, livros, até um Ensaio Fotográfico com o Fotógrafo Oficial do #MdE, Thiago Marzano.

QUANDO?
Dia 02/02/2012

E o que eu preciso fazer mesmo?
Mudar seu avatar no Twitter por uma foto que mostre sua tattoo, seguir o perfil @tattooday e utilizar a hashtag #TATTOODAY

O #MdE não podia ficar fora dessa né? Mandem os links das suas fotos pelo formulário de contato e vamos fazer um post só com nossos queridos leitores e leitoras

Quer saber mais sobre o #TATTOODAY e os prêmios? Acesse o Tumblr oficial do #tattooday ou o post especial da promoção do ensaio no site do Thiago.

Para finalizar, fotos da ganhadora do ensaio no #TATTOODAY do ano passado

 
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A partir do conceito de ambas as atitudes podemos prever que PRECONCEITO é algo que todos nós temos, por exemplo:

- quando conhecemos alguém e fazemos aquela primeira análise: é preconceito.

- quando vemos uma comida e não sentimos vontade nem de experimentar: é preconceito.

- quando temos preferências sexuais sem ter que experimentar algo que achamos não ser bom: preconceito.

E preconceito não é crime e nem, necessariamente, uma atitude ruim. Desde que esta não desencadeie a DISCRIMINAÇÃO.

Sim, o preconceito se torna ruim quando nos impede de nos aprofundarmos para formar um conceito e quando nos leva a atitudes de segregação, discriminação.

Aí sim estamos falando de um CRIME.

É errado falar que preconceito é crime, até porque é uma condição natural do ser humano.

A partir do momento em que somos dotados de raciocínio, este nos leva a forma uma preconceitualização de tudo o que vivenciamos.

O fato é que em muitos casos acabamos por nos deixar envolver por esta ‘primeira impressão’ e nem nos permitimos saber mais.

Um nítido argumento de que preconceito não é o mesmo que discriminação é que os neo-nazistas são caras extremamentes estudados, conhecedores de muitas coisas e, ainda assim, discriminam.

Ou seja, eles tem conceitos fundamentados, mas mesmo assim, comentem crime.

O que devemos combater, portanto, não é o preconceito e, sim, as atitudes discriminatórias e/ou baseadas no preconceito.

É por isso que o preconceito é tão perigoso: porque mal usado é uma arma perigosa em favor da discriminação.

Espero que tenha conseguido me fazer entender.

Abraços à todos.

Atenciosamente,

@DraDoAmor

Comenteeeeem! Beijos

 
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Quer me seguir no Twitter? Clique na imagem: @DraDoAmor

Venho pensando nesta questão há tempos e só agora tomei coragem de organizar as ideias sobre o assunto.

Afinal, será que ninguém nunca se deu conta de que o Twitter é uma grande chance de vivenciarmos situações cotidianas de forma paralela e de reaprender e reinventar formas de vivenciar melhor tais situações?

1. Followers

Todo mundo quer ter seguidores que, na vida real, eu chamaria de admiradores. E, no Twitter, fica bem claro que muitos tem seguidores (admiradores) que se quer sabem quem estas pessoas são, já que foram arrecadados de forma não muito leal, digamos (caso dos scripts ou de promoções mentirosas, por exemplo).

Em qual grupo você se encaixa? Os dos que CONQUISTA admiradores, os que COMPRAM ou ENGANAM ou, ainda, os que MENDIGAM ou CONSTRAGEM para conseguir uma FALSA ADMIRAÇÃO?

2. Following

Aqui, o correto e mais simples seria que escolhessemos seguir pessoas que, em troca de nosso follow, oferecessem pura e simplesmente o conteúdo que queremos, esperamos, necessitamos e quando assim não fosse, nós simplesmente dessemos unfollow e pronto.

Mas, para muitos, seu follow é mera moeda de troca, sendo assim, o conteúdo é o que menos importa, mas cria-se uma relação de obrigatoriedade onde um fica preso ao outro por ela, mesmo que o conteúdo de um não interesse ao outro.

Esta prática também se dá na vida real, quando alguém acha que o simples fato de gostar da pessoa já obriga a outra a gostar dela de volta, o que automaticamente elimina a necessidade do esforço na conquista, tornando a vida bem mais chata, desgastante e desinteressante do que poderia ser PARA AMBOS.

3. Retweet/Divulgação

Onde o interesse do dono da conta é o que realmente deve ser levado em consideração, avaliando que caso não seja de interesse de seus seguidores, quem sairá perdendo mais é ele.

No entanto, há uma leva de pessoas que acha que este deva ser dado como prova de afeto, consideração, carinho ou o que for, virando até motivo de chantagem, tal qual na vida real, onde muitas vezes nos vemos obrigados a levar adiante algo que não concordamos, por obra da chantagem emocional de alguns (especialmente parentes/amigos mais próximos).

4. Reply

Muitas pessoas fazem de tudo para chamar atenção. Falam qualquer asneira em troca de um mero oi e isto vem bem à calhar com a vida real, onde pessoas que sentem extrema necessidade de atenção falam e fazem coisas absurdamente depreciativas.

Tem também o outro lado da questão, onde muitos só conversam com a mesma meia dúzia sempre, mesmo que um de fora de seu grupo habitual tenha dito a coisa mais interessante do universo. Como se fossem um grupo superior e todo o resto, resto.

No Twitter, faço igual na vida real: quando tento aproximação por várias vezes e percebo que não sou bem vinda, simplesmente, tomo por desinteressante aquele que não se interessa por mim. Afinal, a vida uma troca e não sou eu quem vai quebrar este ritmo.

Conclusão:

Não há um só ser vivente que não queira reconhecimento. No entanto, o que diferencia as pessoas acaba por ser o fato de que alguns querem reconhecimento por seus feitos e outros pelo NADA que fizeram.

E, dentre os que querem reconhecimento por seus feitos, ainda temos que ressaltar que há os que não tem feitos que merecem reconhecimento, mas que acreditam merecer.

Lamentável é ver quantas e quantas pessoas gastam seu precioso tempo IMPLORANDO atenção e reconhecimento por algo que não fizeram ao invés de investir em fazer algo que mereça atenção e reconhecimento. Será preguiça?

Por isso, vos digo: não tenho dó de pessoas que não saibam usar de seus talentos, porque não quero que ninguém tenha dó de mim. Quero, sim, poder ser capaz de ser reconhecida pelo que fiz de bem feito e, se ainda não fiz nada que mereça tal reconhecimento, quero poder ser guiada,  através de críticas ao merecimento.

“O Twitter imita a vida e cada um tem a timeline e os seguidores que merece.”

Aí você me pergunta: “Mas e os que usam script tem mais seguidores que merece, não tem?”

- VERDADE! Mas, não tem a atenção que gostaria, só o número que sua vaidade quer, mas julga-o incompetente pra conseguir de outra forma.

Abraços,

@DraDoAmor

 

 
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Ele enfia, você sente tudo sendo preenchido,os olhos se cruzam, as bocas se buscam…

Depois ele te chupa, você goza e o silêncio é ensurdecedor por alguns segundos.

E você passa o dia todo com pequenos arrepios lembrando do que aconteceu, sempre tirando um sorriso do rosto.

Esse é um dos parâmetros de quando a foda foi além do sexo, quando o sexo foi além da foda. Às vezes trepamos, quase sempre transamos, poucas vezes fazemos amor, mas em raríssimas vezes tudo isso vira algo inexplicável a ponto de conseguir tachar o sexo apenas como “algo mágico”. E isso dá mais tesão do que pode parecer.

Sim, há pitada do romantismo nato daquele que vos escreve agora, mas minhas melhores fodas foram com sentimento envolvido. Não posso chamá-las de foda, é algo além que não sei explicar. O gosto muda, a pele se aquece de maneira diferente, a intensidade dos beijos e dos olhares e da respiração e da pulsação parece alcançar níveis que nem a Escala Richter seria capaz de medir. É o sussurro que molha, a mordida que enrijece, a puxada que alucina… De tanta vida entregue e tanto desejo queimando, é o morrer consentido.

Trepar por trepar, foder por foder é fácil. Consegue-se isso em qualquer balada, em qualquer boteco, em qualquer rede. Podem ser transas boas, algumas inesquecíveis, outras memoráveis, a maioria apenas masturbações em corpos alheios. Como buscar a conexão com alguém que apenas te atrai fisicamente? Como transmutar o tesão em algo quase palpável, externado em algo que você não consegue explicar?

A conexão é a chave disso tudo. A conexão que faz encaixar independendo da posição ou de quem gozou. Você sente o pulsar do sexo na ponta dos dedos como se cada dedo fosse uma chave diferente abrindo a mesma porta, o mesmo orgasmo, a mesma válvula que faz o corpo entrar em curto e a cabeça esquecer o que é pensar. Um simples beijo é capaz de acender todo esse inferno gostoso de arder.

A urgência faz tudo levar segundos para acontecer e horas para amenizar o impacto e uma vida para sempre querer de novo, outra vez, novamente. Não importa a roupa, o local, o tempo, o horário. Vocês precisam que aconteça e acontece e tudo volta a fazer sentido, o mesmo gosto volta à boca, a mesma marca volta ao corpo, o mesmo fluído volta a lubrificar aquilo que nunca esteve emperrado. A mim parece que um quer ocupar o corpo do outro, por isso o aperto cada vez mais apertado faz do fluxo de energia algo permutado entre ambos. Naqueles instantes, respirando e processam o mesmo oxigênio, a mesma intenção, o mesmo tesão, a mesma falta de compreensão do que é aquilo que está a acontecer. Entendem tudo e sabem nada e não precisam de explicação.

Você se lembra quando se conectou assim com alguém. Onde o sexo fez o sentimento transbordar pau e buceta, onde o sentimento fez o sexo salivar e suar e esquecer do mundo. Não, isso você não conseguiu com a primeira foda com aquele moreno da balada passada. Não, isso você não terá com o loiro amigo da vizinha da sua amiga ao treparem na garagem escondidos. Sinto muito: pode ser que você realmente viva sem saber do que estou falando. Não é sexo, é além. Não é amor, vai acima disso. E ambos se unem, se completam, carecem um do outro, padecem na ausência um do outro e faz do sexo alheio algo sem razão, sem sentido, sem sentir, sem querer.

Eu não vou conseguir me fazer entender. Só espero que você entenda o que digo. Tomara que um dia entenda. Isso não acontece mais do que uma vez na vida: quando uma pessoa muda todo seu modo de sentir, de querer, de gozar, de endurecer, de molhar. Você quer aquele corpo, aquela língua, o teu suor naquele pescoço, aquela mordida na tua nuca, aquele tapa na tua bunda, aquele jato na tua pele, aquele amor no teu sexo. E ainda assim não é sexo, não é amor, é maior que ambos.

Quem diria que amor e sexo poderiam ser um ato de mágica? Bastam uma varinha e uma cartola… e um sentimento único e intransferível.

Por @FelipeVoigt < Clique e siga-o no Twitter

 

 

 
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Sempre pensei na balada como um passeio ao Simba Safári.

Além de ver, podemos tocar, sentir o bafo, o cheiro e entender melhor os animais da fauna masculina.

Tem cada tipo estranho, por exemplo:

  • Babuínos: são até engraçadinhos à primeira olhada. Mas, assim que percebem que estão sendo observados apenas por seu jeito esquisito, tornam-se agressivos e até perigosos.
  • Hienas: figuras bem notadas por suas risadas escalafobéticas, são outros seres que se mostram extremamente perigosos, já que riem para atrair suas presas que, na verdade, só querem comer.
  • Cavalos: tem desde pangarés até manga-largas. O segredo é chegar de mansinho para conquistar a confiança do tal ou então é coice na certa.
  • Galinhas: ciscam a noite inteirinha! Dão uma bicadinha ali, outra aqui, mas no fim da noite sempre terminam mesmo é com o pinto na mão.
  • Pavões: só saem para serem vistos. Geralmente não notamos fêmeas em seu redor, porque eles as consideram rivais na hora de disputar olhares alheios. Sempre em cores e plumas, estão engomados e prontos para abrir o rabo.
  • Alces: extremamente dóceis, estão sempre em bandos, felizes e saltitantes. Sua principal característica é que tem olhares atentos aos seus predadores que, no fundo, eles esperam que cheguem logo.
  • Ratos: sempre circulam rapidamente, cheirando ali e aqui e se esgueirando. Ao fim da balada, aparecem mais para levar o resto, aquilo que os demais deixaram para ele.

E, finalmente…

  • Homens: tipo raríssimo, especialmente nas baladas. Até porque, mesmo os que são homens todo dia, tendem a imitar algum dos animais acima quando adentram o “Simba”. Basta ver que começam a tratar de caçar, alguns até usam deste termo mesmo, ao invés de simplesmente apreciar e ser apreciado e deixar que role o que deva rolar.

Sendo assim, amigas, basta escolher o tipo mais adequado e, a partir daí, investir porque cuidar de animal não é nada fácil e exige dedicação.

Ah! E não se esqueçam:  antes de levar para casa, confiram se as vacinas estão em dia e se ele tem autorização do IBAMA porque mãe de bicho selvagem, é foda!

Gostou? Me siga no Twitter> @DraDoAmor!

Não gostou? Me siga do mesmo jeito!

 
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